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domingo, 1 de fevereiro de 2026

VERDADES QUE INCOMODAM 9: Do Teorema de Pitágoras à Telepatia Cósmica



Do Teorema de Pitágoras à Telepatia Cósmica


     “A proposta de comunicação com possíveis habitantes de outros planetas por meio de sinais luminosos foi feita inicialmente pelo matemático alemão Karl Friedrich Gauss; mais tarde a idéia foi novamente trazida à tona pelo poeta e inventor francês Charles Gros. Queriam atear enormes fogueiras, na Sibéria ou no Saara, dispostas de maneira a representar um teorema clássico de geometria, o teorema de Pitágoras, por exemplo”. (Página 28)

     “Além do nosso mundo ainda existem outros mundos que topologicamente não têm ligações com o nosso, mas oferecem o que se pode estabelecer por meio dos fenômenos telepáticos, cuja existência os psicólogos vão aos poucos admitindo” – Professor G. B. C. Stueckelberg. (Página 46)

     “É perfeitamente possível que a humanidade seja controlada por inteligências extraterrestres automatizadas” – Roger MacGowan. (Página 57)

     “Espelhos que pensam – (...) Em outros armazenadores utilizam-se os próprios elétrons: sua trajetória nos átomos permite o registro de informações. Talvez baseia-se nisso a capacidade, que certos componentes dos cromossomos têm, de transmitir características hereditárias”. (Página 80)

     “Microrganismos com 180 milhões de anos”. (Página 113)

     “Até bem pouco tempo, todo o problema foi posto de lado como um absurdo. Ultimamente, porém, descobriu-se que a molécula de água tem uma estrutura semicristalina de forma alterável”. (...) “Sabemos, pois, hoje em dia, que a água pode mudar de estrutura”. (Página 147)

     “A ligação entre cérebros torna possível levarem-se várias vidas”. (Página 190)

     “Pílulas de inteligência”. (Página 195)

     “Reconstrução de um ser vivo a partir de uma única célula”. (Página 206)

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     [“O Planeta das Possibilidades Impossíveis”. Louis Pauwels e Jacques Bergier. Editora Melhoramentos. 1.972]

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     Seja curioso! Seja independente! Seja um pesquisador! Seja um cidadão mais esclarecido!

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Por José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História. Campinas/SP

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

VERDADES QUE INCOMODAM 8: Os Impérios da Química Moderna


Os Impérios da Química Moderna

“As multinacionais – A característica essencial dos grandes impérios da química, é que são essencialmente multinacionais. Quando se citam nomes tais como Dow, Du Pont, Eastman, Kodak, Monsanto, Union Carbide, Rhône-Poulenc, Kuhlmann, Péchiney, Saint-Gobain, Badische Anilin, é preciso ter sempre presente ao espírito a noção da multinacionalidade. 

São organismos que cobrem o mundo inteiro, que são interligados, que são multinacionais. É tão verdadeiro que houve um período da história da Química, de 1.945 a 1.950, em que o mais importante elaborador de produtos químicos do mundo era o Alien Property Custodian (Custódia de Propriedades Estrangeiras), organismo de seqüestro criado pelo Governo estadunidense durante a Segunda Guerra Mundial para gerir os bens inimigos em território estadunidense”. (Página 197)

     “O que se pode dizer é que essas organizações são mais importantes do que as nações, e que no Ocidente o mundo futuro será controlado pelos trustes multinacionais, muito mais do que por nações ou por associações, de nações do tipo Comunidade Européia. E dentre os grandes organismos multinacionais, os organismos químicos estão entre os mais importantes”. (Páginas 198/199)

     “Química espacial” – Página 18.

     “Química temporal” – Página 21.

     “Humor e poluição” – Página 42.

     “Plantas marcianas” – Página 55.

     “Viagem no tempo” – Página 61.

     “O elemento mais raro” – Página 91.

     “Alguns motores de submarinos atômicos utilizam o nióbio” – Página 103.

     Observação: Digite na Internet nióbio, leia tudo e terá uma grandíssima surpresa.

     “A água sólida” – Página 139.

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     [“Os Impérios da Química Moderna”. Jacques Bergier. Editora Hemus. 1.973]

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José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História, Campinas/SP

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

VERDADES QUE INCOMODAM 7: Origem Ancestral e Kachinas

 Origem Ancestral e Kachinas

       “As tradições orais dos cherokees relatam que os ancestrais originais do homem vieram à Terra há aproximadamente 250 mil anos de Sírius, na constelação das Plêiades. Uma palavra da língua cherokee significa “ancestral” e sugere que o gênero humano descende não do símio mas de um povo das estrelas “que se fundiu hoje no ser humano”. Em certas lendas indígenas (e cherokee), a Terra é às vezes designada como o planeta das crianças, isto é, o planeta das crianças das estrelas”. (Página 145 – 1º parágrafo)

     “Na visão hopi do mundo existem forças misteriosas chamadas kachinas. Os hopis dizem que as kachinas vivem no cume do pico São Francisco, ao norte de Flagstaff (cidade de 30 mil habitantes a 180 quilômetros ao Norte de Phoenix, Arizona), e vêm para as aldeias todo inverno para deixa-las no meio do verão. De fato, asseguram os antigos contadores de históricas, as kachinas vêm de muitíssimo longe, das estrelas mais próximas, de constelações longínquas demais para serem visíveis e até de misteriosos mundos espirituais. É preciso considerar as kachinas formas inferiores, elementos espirituais, formas físicas da vida. Não são deuses, mas forças invisíveis da vida, intermediários e mensageiros” (Página 143 – 2º parágrafo]

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     [“Cura Espiritual e Imortalidade”. Patrick Drouot. Edtora Nova Era. 2001]

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Autor: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História, Campinas/SP

VERDADES QUE INCOMODAM 6: Sol, Órion, Pirâmides



Sol, Órion, Pirâmides

    Autor: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História, Campinas/SP

 

    “Durante longo tempo, os astrônomos e físicos não conseguiram explicar as manchas solares. Enquanto por um lado sua natureza transitória dava a impressão de fenômenos atmosféricos como os tornados, sua periodicidade sugeria serem regidos por algum mecanismo mais profundo e inexplicado no interior do núcleo solar. Como a Terra, o Sol gira sobre seu próprio eixo norte-sul, mas existe uma diferença crucial entre estes dois corpos: a Terra tem uma crosta dura e rochosa, por isso gira como uma esfera sólida; o Sol é composto por plasma gasoso superaquecido e não tem uma rotação uniforme. Na verdade ele gira mais devagar nos pólos do que no equador, fazendo com que o dia solar seja equivalente a 37 dias terrestres nos pólos, comparado com 26 o equador”. (Página 59)

     “(...) Os egípcios acreditavam em um mundo celestial, para onde tinham esperança que suas almas fossem após a morte. Os Textos das Pirâmides, entalhados nas paredes de algumas das mais antigas, fornecem provas abundantes de que o imaginavam na Constelação de Órion”. (Página 160)

     “(...) A relação entre as pirâmides egípcias e a Via Láctea é bastante clara para qualquer um que deseje estudar o assunto”. (Idem)

     “Recentes pesquisas na Grande Esfinge do Egito indicam que esta estátua enigmática tem bem mais de 12.000 anos de idade”. (Página 208)

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     [“As Profecias Maias”. Adrian Gilbert e Maurice M. Cotterell. Editora Nova Era. 1.999]

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sábado, 4 de janeiro de 2025

Caso: Herminio-Bianca, 1976



por Jose Carlos Vieira Rocha, Professor de História, Campinas/SP

edição: Marco Guimaraes Jr.



Revista Planeta - Julho de 1.980 - 4ª parte


Herminio e Bianca (à esquerda), falando durante uma das muitas conferências a respeito da marcante experiência que passaram Acusados de "teleguiados eles dizem que, num certo sentido, todos nós, humanos, somos robos. A dir, descrição do interior da nave. Ve-se a "má- quina tradutora" e os capacetes ligados ao casal, para conversações com tradução imediata.

Hermínio: Karran me disse que inicialmente esse acidente foi provocado por uma grande descarga de energia solar. Naturalmente, esse retorno do planeta ao seu eixo também será provocado pelo Sol. Mas ele poderá ser apressado pelo homem.

Quando vai ocorrer esse acidente? 

Hermínio: Karran me disse que está bem perto. Bem perto mesmo.

Embora não sejam misticos, vocês normalmente não têm diferenças ideológicas com os misticos como os rosacruzes, os teosofistas. Mas essa notícia do acidente. que para muitos corresponde à idéia do Apocalipse, não seria um assunto dentro das fronteiras da mística?

Bianca: Pode até ser. Mas quando ele falou do acidente para nós, falou com a mesma naturalidade com que nós estamos falando tudo a você. Ele não contou coisas misteriosas, secretas.

Herminio: A propósito, esse retorno ao eixo da Terra não significa um castigo, ou que Deus irá salvar os bons e destruir os maus. O mar, quando retomar sua posição inicial, atingirà tanto bons quanto maus. Para os extraterrestres, todos somos iguais.

Herminio, você era pastor de uma religião cujos adeptos são normalmente consi- derados fanáticos. Quando você discutiu assuntos de natureza religiosa com Kar- ran, o que foi que ele falou sobre Jesus Cristo e as idéias existentes na Bíblia?

Herminio: A palavra pastor não era usada na época. Eu era um ministro de Deus e fui atuante como chefe de uma congregação por doze anos. Eu pregava, mas isso não quer dizer que eu era uma pessoa de grande importância na religião. Na época em que se deu esse contato 12 de janeiro de 1976, na estrada, em Matias Barbosa - eu já tinha me afastado do meu ministério por razões puramente particulares, e não por causa do assunto "disco voador". Esse assunto me afastou ainda mais da religião, mas não da Biblia. Desde então. venho descobrindo muitas evidências na Bíblia sobre a existência de extraterrestres aqui na Terra. Posso dizer que hoje leio muito mais a Biblia do que antes, e que aprendi muito mais a respeito de Deus do que antes.

O deus de Karram é o mesmo em que nós acreditamos?

Herminio: Sim, mas o deus de Karram não é o deus pregado pelas religiões. Esse Deus que nós conhecemos não existe. Karran disse que Deus ama a todos nós sem distinção. Que o Criador não necessita de nós como servos, e sim como filhos. Assim, eu, de escravo de Deus, passei a ser filho de meu Pai, E meu Pai é um homem rico, não é pobre. Ele é dono de tudo, de todas as coisas que recebemos; e Deus não cobra nada por aquilo que Ele nos dá. 

Como você ve hoje a figura de Jesus Cristo?

Herminio: Quando conversei com Karran sobre a Biblia, ele falou de um Pai Criador. Então, perguntei se na terra dele havia muitas leis, como havia aqui na Terra. Ele me disse que na sua terra eles também receberam as mesmas leis que foram dadas a nós por aquele que conhecemos como Jesus Cristo, mas que não o conheciam por esse nome. "Não o conheço assim", disse- me ele.

Então, ele completou dizendo trechos dessa lei: "Amar ao próximo é amar ao Criador"; "Toda vez que tocarmos nosso próximo, é como se estivéssemos tocando em nós mesmos"; e "Toda vez que ofendermos o próximo, estaremos ofendendo a nós mesmos".

Estas são as leis que eles conhecem. E é por isso que não concordo com pesquisadores que falam de tripulantes de discos voadores violentos, agressivos, que falam de guerras em outros planetas. Chegam a dizer que Karran era um "bandoleiro do espaço". Se você algum dia fizer contato com extraterrestres, verá que são pessoas bondosas, delica- das, e raramente existe um registro nosso mostrando que o extraterrestre foi agressivo. Normalmente, nós é que agredimos primeiro.



Revista Planeta - Julho de 1.980 - 5ª parte (última).

Eliminar os bloqueios do cérebro

Existem casos documentados um exemplo clássico é o de Villas-Boas - da existência de cruzamentos (até forçados) entre terrestres e extraterrestres. Isto não seria uma evidência de uma conduta agres- siva em relação aos homens?

Hermínio: Não. O que ocorreu com o dr. Villas-Boas foi um tipo de experiência científica. Todos os extraterrestres são bons? Tem intenções boas em relação a nós?

Bianca: Sim. Por exemplo, suponhamos que eles fossem maus, que tivessem a intenção de tomar nosso planeta. Ora, diante da tecnologia que têm, da capaci- dade mental que têm, se eles fossem pessoas más, já teriam feito o mal há muito tempo. Então, eu não acredito que sejam maus, porque até hoje não in- vadiram nosso planeta.

Sabe-se que muitas pessoas foram queimadas, sofreram choques emocionais, psi- cológicos, e perderam a capacidade de trabalhar, sem contar os casos de pessoas que foram forçadas ao relacionamento sexual. Vocês acham que esse seria um comporta- mento de pessoas que querem o bem dos seres humanos?

Bianca: Ainda hoje estive discutindo com uma pesquisadora - d. Irene Granchi - a respeito de pessoas que ficaram impossibilitadas de trabalhar por problemas mentais, etc. Mas acontece que pessoas que sofrem dessa maneira a ponto de ficarem impossibilitadas de atuar aqui na Terra só porque viram ou entraram num disco, se levassem um tombo também ficariam loucas. Se hou- vesse qualquer tipo de acidente, ela fi- caria afetada como ficou diante de um disco voador, porque fisicamente ela já não estaria bem.

Então Karran não mencionou a existên cia de extraterrestres com intenções ruins a nosso respeito?

Bianca: Não. Apenas existem maneiras diferentes de ação dos extraterrestres. Alguns são muito precavidos. Se eles estão parados e a pessoa vai na di reção deles, ele paralisam a pessoa mesmo. Só então podemos ver isso como uma agressão. Mas eu pergunto: se nós estivéssemos no lugar deles, não fariamos a mesmissima coisa? Você sabe que nós não somos "bonzinhos" coisa nenhuma. Pela quantidade de crimes que existe em nosso planeta....

Retrato falado de Karran, o extraterrestre co0mandante da nave que "seqüestrou" Herminio e Bianca: dois metros de altura, olhos verdes, pele bem bronzeada e cabelo escuro.

Karran verificou com vocês o caso de um extraterrestre que foi preso pelo FBI nos Estados Unidos, em 1953 ou 1954?

Bianca: Karran mencionou até o lugar - Ohio - e completou dizendo que não foi uma nave só que caiu, e sim duas; e que na ocasião, após o acidente, alguns tripulantes já estavam mortos, havendo somente um com vida. Os extraterrestres da terra do sobrevivente viriam apanhá-lo. Só que, quando chegaram, essa pessoa já fora levada. Então, a nave que veio buscar o tripulante destruiu apenas os restos dos discos que sofreram o acidente. Ele ainda me disse que aqui na Terra há corpos de pessoas de outros planetas. Só que não sei onde estão.

Por que vocês nunca escreveram um livro sobre os contatos que tiveram? 

Hermínio: Porque realmente o assunto do livro é tão controvertido quanto o assunto "disco voador". Você tem nos acompanhado e sabe que, até o presente momento, o esboço original não está em nossas mãos. Está em mãos de outras pessoas. À medida que novos contatos vão acontecendo e nossas opiniões vão se consolidando sobre as coisas que já conhecemos, com informações mais exatas, estamos pensando em colocar esses quatro encontros em um livro só, com fotografias obtidas no terceiro contato.

Além disso, desde o primeiro encontro em que ele nos falou do acidente que nos bloqueou o cérebro, existia também eu-Herminio. Minha religião não admite a existência de um espírito dentro de nós, algo que sobrevivesse à perda da matéria. Conversei sobre isto com Karran e ele me disse que não falava comigo-matéria, porque eu como matéria não poderia falar nada com ele sem a minha real presença. Então ele nos ensinou uma técnica para sairmos conscientemente de nossa matéria, para provar-me que eu não era apenas matéria, como nós pensávamos.

Em que encontro ele ensinou isso? 

Herminio: Desde o primeiro encontro ele falou sobre isso. E nos encontros se- guintes, Bianca foi quem mais trabalhou essa técnica, porque eu tinha que viajar e ela podia ficar em casa, fazendo o exercício. Com isso, ela conseguiu resultados muito mais rápidos do que eu. 

E qual é a finalidade dessa técnica? Só a de sair do corpo?

Hermínio: Não. Sair do corpo, muita gente faz. O problema é sair da sua ma- téria consciente. Preparar sua matéria para uma saída consciente e um retorno consciente, ou eliminando o bloqueio existente em nosso cérebro. Mas os exercícios não terminam com a saída e o retorno consciente da matéria; eles têm que continuar a ser praticados fora da matéria em grupo.

Há alguma outra finalidade além dessa? Qual é a utilidade dessa técnica? 

Herminio: Não sei se vou ser bem explícito, mas o que eu tenho a dizer é que além de você sair do corpo, de provar a si mesmo que você existe, você estimula um tipo de glândula da cabeça que, através de exercícios com o nervo ótico, é irrigada, fazendo com que ela funcione, porque antes foi atrofiada. Através desse exercicio, você vai usar uma parte do cérebro que nós não usamos e não estamos habituados a usar. É justamente aquela área do cérebro que está bloqueada.

Segundo Karran, não existe mais motivo para esse bloqueio, porque as matérias que estão nascendo agora são boas sem defeito. Nós apenas não estamos usando toda a nossa capacidade mental porque nos esquecemos de como usa-la.

A técnica de trabalhar esse lado da mente também nos foi ensinada e ela nos favorece as lembranças anteriores. 

Após seus contatos com Karran, confirmou-se para você a idéia de que re- encarnação existe?

Hermínio: Não segundo uma doutrina, e sim como uma técnica. Não quero usar essa palavra "reencarnação"; prefiro "troca de matéria". Não quero usar um termo que possa causar uma questão mística. Você retorna novamente à matéria, porque você foi feito para usar matéria. É uma lei natural feita pelo Criador. Existe uma semelhança com aquilo que chamamos reencarnação, só que você retorna através de uma reencarnação para pagar um carma, para pagar pecados, e por aí afora. O que Karran nos disse não foi isso. Você volta por uma causa natural das coisas, não para pagar algo que está devendo.


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Créditos: Jose Carlos Vieira Rocha, Professor de História, Campinas/SP

Revista Planeta - Julho de 1.980


domingo, 26 de julho de 2020

VERDADES QUE INCOMODAM - 6

VERDADES QUE INCOMODAM - 6

Por: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História

     “Durante longo tempo, os astrônomos e físicos não conseguiram explicar as manchas solares. Enquanto que por um lado sua natureza transitória dava a impressão de fenômenos atmosféricos como os tornados, sua periodicidade sugeria serem regidos por algum mecanismo mais profundo e inexplicado no interior do núcleo solar. Como a Terra, o Sol gira sobre seu próprio eixo norte-sul, mas existe uma diferença crucial entre estes dois corpos: a Terra tem uma crosta dura e rochosa, por isso gira como uma esfera sólida; o Sol é composto por plasma gasoso superaquecido e não tem uma rotação uniforme. Na verdade ele gira mais devagar nos pólos do que no equador, fazendo com que o dia solar seja equivalente a 37 dias terrestres nos pólos, comparado com 26 o equador”. (Página 59)

     “(...) Os egípcios acreditavam em um mundo celestial, para onde tinham esperança que suas almas fossem após a morte. Os Textos das Pirâmides, entalhados nas paredes de algumas das mais antigas, fornecem provas abundantes de que o imaginavam na Constelação de Órion”. (Página 160)

     “(...) A relação entre as pirâmides egípcias e a Via Láctea é bastante clara para qualquer um que deseje estudar o assunto”. (Idem)

     “Recentes pesquisas na Grande Esfinge do Egito indicam que esta estátua enigmática tem bem mais de 12.000 anos de idade”. (Página 208)

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     [“As Profecias Maias”. Adrian Gilbert e Maurice M. Cotterell. Editora Nova Era. 1.999]

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sábado, 18 de julho de 2020

VERDADES QUE INCOMODAM - 5

VERDADES QUE INCOMODAM - 5

Por: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História - Campinas/SP
     “Em outras palavras, o verdadeiro enigma desse mapa de 1.513 não está tanto no fato de ter incluído um continente que só foi descoberto em 1.818, mas em mostrar parte da linha costeira desse mesmo continente em condições de ausência de gelo, que terminaram há 6.000 anos e que desde então não se repetiram”. (Página 17)

     “Teriam sido outras partes do mundo objeto de levantamento topográfico e mapeadas com precisão a intervalos muito separados durante a mesma época, ou seja, aproximadamente dos anos 13.000 a 4.000 a.C.? A resposta talvez se encontre, mais uma vez, no mapa de Piri Reis, que contém mais mistérios do que apenas a Antártida”. (Página 32)

     “Um homem barbudo de estatura mediana, vestido com um manto bem longo... Já na meia-idade, tinha cabelos grisalhos e era magro. Andava com um cajado e dirigia-se em termos afetuosos aos nativos, chamando-os de filhos e filhas. Viajando pela terra, fazia milagres. Curava os doentes ao toca-los. Falava todas as línguas melhor do que os nativos. Os índios chamavam-no de Thunupa ou Tarpaca, Viracocha-rapacha ou Pachacan...” (Página 63)
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     [“As digitais Dos Deuses”. Graham Hancock. Editora Record. 1.999]
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terça-feira, 7 de julho de 2020

VERDADES QUE INCOMODAM - 4

VERDADES QUE INCOMODAM - 4

Autor: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História

“Este livro tem como principal objetivo despertar a atenção para a unificação teórica dos conceitos científicos, sem a qual o homem não entrará na era estelar já dominada pelos construtores dos discos voadores”.
“Lembro que esta minha convicção da necessidade de uma reformulação dos conceitos físicos nasceu em 1.954, quando eu participava de uma reunião no Estado-Maior da Força Aérea Brasileira, na abertura do 1º inquérito oficial brasileiro para estudar os Objetos Voadores Não Identificados. Pude então perceber, muito admirado, que os homens ali presentes não conseguiam compreender, à luz das ciências, certos aspectos do comportamento dos ÓVNIS relatados pelos aviadores. Naquele dia, percebi que ali estava o ponto principal da questão e, infelizmente, com solução distante no tempo futuro...”
“Desde 1.954 venho afirmando entender que os ÓVNIS sempre tiveram, ainda têm e terão a iniciativa em todas as suas ações, e, por isso mesmo, nosso maior ou menor conhecimento sobre eles dependerá de um plano que só darão a conhecer se assim planificaram” (Página 37)
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[“Que Ciência Constrói Discos Voadores?” Fernando Cleto Nunes Pereira. Editora Record. 1.995]
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VERDADES QUE INCOMODAM - 3

VERDADES QUE INCOMODAM - 3

Autor: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História

     “A idéia é informar a população que existe uma fórmula que pode curar o câncer – porque já o realizou -, método este ao alcance de todos. Que a pessoa interessada tome conhecimento. O livro explica a maneira de pôr em prática tal possibilidade, se você quiser”. (Página 8)
     “Honestamente, não temos a pretensão de arvorar-nos em criador ou inventor do método. Muito menos, apresentar-nos como o pioneiro, isto é, o primeiro que aplicou a fórmula com êxito em diferentes casos, sendo, só depois, seguida por outras pessoas, com igual êxito. Aliás, nem seria segundo a verdade. Apenas recolheu-se a receita dos inventores ou pioneiros. Porque pareceu útil e prática, partiu-se para sua divulgação. Outros, muito antes de nós, poderiam, com justiça, arrogar-se tal direito”. (Página 7)
     “No Brasil, as chances de divulgar a fórmula, colhida em rio Grande, foram limitadas. Sempre que pude fazê-lo, realizou-se verbalmente ou por correspondência, atingindo indivíduos. Apenas numa oportunidade tive acesso ao programa de Heron de Oliveira, ao vivo, na Rádio Independente, de Lajeado. Tão modesta divulgação repercutiu no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais, mas em âmbito muitíssimo reduzido”. (Página 104)
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[“Câncer Tem Cura!” Frei Romano Zago, OFM. Editora Vozes. 1.997]
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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Alfabetização dos brasileiros

MENOS DE 30% DOS BRASILEIROS TÊM ALFABETIZAÇÃO PLENA
(Jornal Correio Popular: 18 de Julho de 2.012, quarta-feira. Página B-6)

     Apenas 35% das pessoas com Ensino Médio completo podem ser consideradas plenamente alfabetizadas e 38% dos brasileiros com formação superior têm nível insuficiente em leitura e escrita. Os dados são resultados do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2.011-2.012, pesquisa do Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa. O estudo considera plenamente alfabetizadas as pessoas que lêem textos mais longos, analisam e relacionam suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Essas pessoas também resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculos de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos. A pesquisa avalia, de forma amostral, por meio de entrevistas e um teste cognitivo, a capacidade de leitura e compreensão de textos e outras tarefas básicas que dependem do domínio da leitura e escrita. A partir dos resultados, a população é dividida em quatro grupos: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar, alfabetizados em nível básico e plenamente alfabetizados. Os resultados da última edição do Inaf mostram que apenas 26% da população podem ser consideradas plenamente alfabetizadas. (Folhapress).
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HOMICÍDIOS DE JOVENS CRESCE 346% EM 30 ANOS
(Jornal Correio Popular: 18 de Julho de 2.012, quarta-feira. Página B-6)

     De um lado, avanços em pesquisas e mais investimentos em saúde nos últimos 30 anos diminuíram os riscos de crianças e adolescentes morrerem de doenças e causas naturais no País. De outro, o Brasil ficou mais violento para essa faixa da população no mesmo período. Entre 1.980 e 2.010, o total de mortes de pessoas entre 0 e 19 anos por doenças e causas naturais passou de 387 casos em cada 100 mil pessoas para 88,5 por 100 mil, queda de 77%. Por outro lado, cresceu o total de crianças e de adolescentes que morrem pelas chamadas causas externas, que incluem homicídios, suicídios, acidentes de trânsito e de outros tipos. As vítimas de causas externas, que somavam 27,9 casos por 100 mil habitantes em 1.980, alcançaram 31,9 casos por 100 mil em 2.010, aumento de 14,3%. Em 30 anos, 55 crianças e adolescentes morreram diariamente por homicídios, suicídios e acidentes, total suficiente para colocar o Brasil nos primeiros lugares no ranking de países mais violentos para crianças e jovens no mundo. É o quarto onde mais se mata e o 12º onde mais se morre por acidentes de trânsito. A piora no quadro de mortes por causas externas foi puxada pelos homicídios, que cresceram 346,4% em 30 anos. Os dados são do Mapa da Violência 2.012 – Crianças e Adolescentes do Brasil (AE).
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BRASILEIROS TÊM 4ª. MAIOR FORTUNA EM PARAÍSOS FISCAIS
MILIONÁRIOS DO PAÍS ENVIARAM MAIS DE R$ 1 TRILHÃO PARA FORA

(Jornal Correio Popular: 23 de Julho de 2.012, segunda-feira)

     Um estudo inédito, que, pela primeira vez, chegou a valores depositados nas chamadas contas offshore sobre as quais as autoridades tributárias dos países não têm como cobrar impostos, mostra que os brasileiros somaram até 2.010 cerca de US$ 520 bilhões (mais de R$ 1 trilhão) em paraísos fiscais. Trata-se da quarta maior quantia do mundo depositada nessa modalidade de conta bancárias.
     O documento The Price of Offshore Revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network, cruzou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais para chegar a valores. O relatório destaca o impacto sobre as economias dos 139 países mais desenvolvidos da movimentação de dinheiro enviado a paraísos fiscais. Henry estima que, desde os anos 1.970 até 2.010, os cidadãos mais ricos desses 139 países aumentaram de US$ 7,3 trilhões para US$ 9,3 trilhões a “riqueza offshore não registrada” para tributação.
     A riqueza privada offshore representa “um enorme buraco negro na economia mundial”, disse o autor. Na América Latina, chama a atenção o fato de, além do Brasil, países como o México, a Argentina e Venezuela aparecerem entre os 20 que mais enviaram recursos a paraísos fiscais.
     John Christensen, diretor da Tax Justice Network, organização que combate os paraísos fiscais e que encomendou o estudo, afirmou que países exportadores de riquezas minerais seguem um padrão. Segundo ele, elites locais vêm sendo abordadas há décadas por bancos, principal,mente norte-americanos, para enviarem seus recursos ao Exterior. “Instituições como Bank of América, Goldman Sachs, J. P. Morgan e Citibank vêm oferecendo esse serviço. Como o governo americano não compartilha informações tributárias, fica muito difícil para esses países chegar aos donos das contas e taxar os recursos”, afirma.
     Segundo o diretor da Tax Justice Network, além dos acionistas de empresas dos setores exportadores de minerais (mineração e petróleo), os segmentos farmacêuticos, de comunicações e de transportes estão entre os que mais remetem recursos para paraísos fiscais. “As elites fazem muito barulho sobre os  impostos cobrados delas, mas não gostam de pagar impostos”, observa Christensen. “No caso do Brasil, quando vejo os ricos reclamando de impostos, só posso crer que estejam blefando. Porque eles remetem dinheiro para fora há muito tempo”.
     Christensen diz ainda que no caso do México, da Venezuela e da Argentina, tratados bilaterais como o Nafta e a ação dos bancos americanos fizeram os valores escondidos subirem vertiginosamente desde os anos 70. (Da Agência Brasil).
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Por: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História


VERDADES QUE INCOMODAM - 2 - Eletricidade dos Corpos



Autor: José Carlos Rocha Vieira Junior, Professor de História, Campinas/SP

VERDADES QUE INCOMODAM - 2

   
     “E é de prever (escreveu De La Warr) que cada molécula de matéria seja capaz de produzir uma diminuta voltagem elétrica que lhe é específica e que ela transmite de modo em princípio comparável a um diminuto aparelho radiofônico. Um grupo de moléculas, por conseguinte, é capaz de transmitir um padrão genérico. Isso quer dizer que o sinal vindo de uma planta ou de um ser humano é absolutamente individual e que cada planta ou pessoa receberá uma transmissão em seu próprio padrão genérico. É aqui que a fotografia entra em causa, posto admitir-se que a emulsão do negativo retém o padrão genérico do objeto fotografado e pode ser induzida a reirradiar, como um condutor. Assim, com uma fotografia de uma em circuito, é possível afetá-la à distância”.
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     [“A Vida Secreta Das Plantas”. Peter Tompkins e Christopher Bird. Editora Círculo do Livro. 1.977. Página 347]
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VERDADES QUE INCOMODAM - 1 - DOGÓNS

DOGÓNS




Por José Carlos Rocha Vieira Júnior, Professor de História, Campinas/SP

     A CRIAÇÃO DO MUNDO.
     A CONEXÃO DA ESTRELA SÍRIO.

Helena Gerenstadt

     “A ciência secreta que veio do céu”

     A estrela Sírio, a mais brilhante do firmamento, está localizada a uns 8,7 anos-luz da Terra. Segundo algumas é um sistema estelar formado por três estrelas: Sírio A, Sírio B e o terceiro corpo estelar, conhecido como anã vermelha.

     Esta estrela é conhecida por povos antigos da África, como egípcios e a tribo dos dogóns, que vivem atualmente em Bandiagara, nas montanhas de Hambori de Mali.

     Em 1.931 o antropólogo francês Marcel Griaule visitou por primeira vez a tribo dos dogóns, e descobriu que entre as mais sagradas e secretas encontrava-se a estrela Sírio e sua companheira, Po Tolo, e também de uma terceira Emme Ya.

     Além dos dogóns, outros povos vizinhos como os Bambara, os Bozo de Segu e os Miniaka de Kutiala, compartem idênticos conhecimentos sobre Sírio, desde os tempos antigos. Cada cinqüenta anos, por exemplo, e cumprindo rigorosamente com o ciclo ou órbita de Sírio B em torno de Sírio A, estas tribos celebram seus rituais de renovação, que são conhecidos como Festas em honra de Sigui Tolo, que é como conhecem Sírio A.

     Para estas ocasiões eles elaboram complexas máscaras de madeira para celebrar a entrada de um novo ciclo que depois guardam em um lugar sagrado, e foi onde os arqueólogos puderam encontrar peças que datam do século 15. Esses estudiosos descobriram que os dogóns acreditavam em um deus criador do Universo, Amma, que mandou para este planeta um deus menor, Nommo, para que iniciasse a vida aqui, e que trouxe também sementes de plantas.

     De Nommo, os dogóns também acreditavam que a criatura vinda era anfíbia, possivelmente parecida com o deus babilônico Oannes, que regressou ao céu em uma arca vermelha como o fogo, depois de cumprir com sua tarefa.
    
 Existem teorias que Nommo foi um extraterrestre que deixou a Terra, há mais de dez mil anos, toda espécie de pista sobre sua origem estelar.
  
   Por exemplo, os antigos egípcios mostravam uma grande admiração à Estrela do Cachorro ou Sírio, que se encontra na constelação do Cão Maior. O astrônomo britânico, fundador da revista Nature, Sri J. Norman Lockyer, quem primeiro percebeu que muitos templos egípcios estavam alinhados para Sírio, cujo surgimento e desaparecimento, serviu como base para um dos calendários usados no Egito. O primeiro deles era de uso popular e de pouca complexidade matemática, estabelecendo a duração do ano de 365 dias exatos, mas o baseado em Sírio, além de servir para datar questões sagradas e dinásticas, se fundamentava em observações astronômicas muito precisas, e estabelecia a duração do ano em 365,25 dias. Ficou comprovado também que muitos templos egípcios eram orientados para o Sol nascente e que tinham dois obeliscos que ficavam em lugares determinados, que serviam aos sacerdotes verem a linha do horizonte, por onde nascia o Sol durante o ano, podendo marcar-se desta maneira, o solstício de verão e o solstício de inverno. Aquele controle do Sol serviu aos egípcios para que percebessem que havia um dia que Sírio e o Sol saiam no mesmo ponto. Comprovaram também que a cada quatro anos Sírio se atrasava um dia em surgir, o que deu origem ao ciclo de Sírio em honra a deusa Ísis ou Sótis, que se cumpria a cada 1.460 anos, ou seja, passado esse período de tempo, o calendário de Sótis e o calendário comum, voltavam a coincidir no início do ano novo.
    
    Este calendário permitiu datar com precisão os acontecimentos que aconteceram 43 séculos antes de Cristo, o que demonstra que há mais de quatro mil anos os egípcios conheciam estes ciclos.
    
    Outro exemplo da pista da conexão de Sírio com os egípcios é a identificação de Sírio com a deusa Ísis (“a Senhora dos Dois Fogos”, referente a Sírio A e Sírio B), e também a deusa Ísis estar sempre acompanhada das deusas Anukis e Satis
     
    Outra conexão poderia ser através de Osíris, irmão e companheiro de Ísis, e encarnação da Terra, cujo nome em hieróglifo é representado como um olho sobre o trono, o que poderia representar a rotação de nosso planeta em torno de Sírio.
     
    Certamente os antigos egípcios fizeram este segredo na meseta de Gizeh, junto às três Grandes Pirâmides, sendo uma delas dedicada à Ísis, a deusa que encarna Sírio A, e em suas medidas e proporções se encontram conhecimentos relacionados com o Cosmo.

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     MISTÉRIO DE SÍRIUS.

     (Projeto Veja – UFO)

     Segundo o povo africado Dogón, seus ancestrais foram visitados por extraterrestres do planeta Nyam Tolo, que órbita Emme Ya, de quem receberam avançados conhecimentos astronômicos.

     Os dogóns são uma tribo, ao que se acredita, de ascendência egípcia. Depois de saírem da Líbia, há muitos séculos, fixaram-se em Mali, África Ocidental, levando consigo as tradições astronômicas, que remontam ao Egito pré-dinástico, anterior a 3.200 a.C..

     Em fins da década de 1.940, quatro sacerdotes dogóns contaram a antropólogos franceses uma tradição oral secreta da tribo, que dizia respeito à estrela Sírius (8,6 anos-luz da Terra). Disseram os sacerdotes que Sírius tem uma estrela companheira, invisível ao olho humano, que circula numa órbita elíptica de 50 anos à volta de Sírius A, é pequena, composta de um material super-denso, chamado sagala – mais pedado do que todo o ferro da Terra – e gira sobre o próprio eixo. Tudo isso é verdade, mas é digno de nota, porque a anã-branca companheira de Sírius, chamada Sírius B, foi fotografada pela primeira vez em 1.970. Sua existência é cogitada desde 1.844, mas só foi vista ao telescópio em 1.862. E só nas primeiras décadas do século 20 se soube que era uma estrela densamente compactada (um único metro cúbico de sua matéria pesa cerca de 20.000 toneladas).

     Se a moda do “astronauta da Antigüidade”, da década de 1.970, produziu um livro substancial, este foi, The Sirius Mistery (O Mistério de Sírius) de Robert K. G. Temple, 1.977. O livro apresenta uma proposta complexa e multilateral a favor de uma antiga presença extraterrestre na África Ocidental.

     A crença dos dogóns, por outro lado, ao que se supõe, data de milhares de anos, mesmo que este povo tivesse acesso aos modernos livros ocidentais de Astronomia, só poderiam saber de Sírius B ou, ainda sobre esse assunto, das rotações e órbitas dos planetas de nosso sistema solar ou das quatro principais luas de Júpiter e dos anéis de Saturno por meio, segundo indica sua mitologia, de fontes extraterrestres.
  
   As fontes extraterrestres eram os Nommos, seres anfíbios de aspecto repulsivo, que chegaram numa arca, em companhia do “fogo e do trovão”. Viviam no mar, na maioria e, foram retratados como parcialmente pisciformes, lembrando, de um modo geral, as entidades marinhas (sereias, tritões e ri).
  
   O nommo (a quem os dogóns se referem tanto no singular como no plural) é aparentemente a mesma criatura que os babilônios chamam Oanes, os acádios Ea e os sumérios, Enki. A deusa egípcia Ísis, retratada de uma forma que mais tarde seria chamada de sereia, também está associada ao culto Sírius. Diz os dogóns que existe uma terceira estrela no sistema de Sírius. Maior, mais brilhante que a Sírius B, a Sírius C também gira em torno de Sírius A. Na órbita dessa terceira estrela há um planeta, de onde vieram os nommos.  The Sirius Mistery, duas décadas depois de publicado, caiu no esquecimento e o mistério do curioso conhecimento astronômico dos dogóns permanece.

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Fonte da imagem 1: Conti Outra

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